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Moscovo (português europeu) ou Moscou (português brasileiro) (em russo: Москва, transl. “Moskva”, lido Maskvá, AFI: [mɐˈskva]) é a capital, cidade mais populosa, e a subdivisão federal mais populosa da Rússia. A cidade é um importante centro político, econômico, cultural, científico, religioso, financeiro, educacional e de transportes da Rússia e do continente. Moscou é a megacidade mais ao norte na Terra, a segunda cidade mais populosa da Europa e a sexta maior cidade do mundo. Sua população, de acordo com os resultados do Censo de 2010, é de 11 503 501 Com base na lista de 2011 da Forbes, Moscou tinha 79 bilionários, tirando de Nova York a classificação de cidade com o maior número de bilionários do mundo.

Moscou está situada sobre o rio Moskva no Distrito Federal Central da Rússia europeia. No curso de sua história, a cidade serviu como capital de uma progressão dos estados, do medieval Grão-Ducado de Moscou, do subsequente Czarado da Rússia à União Soviética. Moscou é a sede do Kremlin, uma antiga fortaleza que é hoje a residência do presidente russo e sede do poder Executivo do governo da Rússia. O Kremlin é também um dos vários Patrimônios da Humanidade na cidade. Ambas as câmaras do Parlamento russo, a Duma e o Soviete da Federação, também estão sediadas em Moscou.

A cidade é servida por uma extensa rede de trânsito, que inclui quatro aeroportos internacionais, nove terminais ferroviários e um dos mais profundos túneis subterrâneos do mundo, o metrô de Moscou, perdendo apenas para Tóquio em termos de número de passageiros e reconhecido como um dos marcos da cidade devido à arquitetura rica e variada de suas 185 estações.

Com o tempo, Moscou adquiriu uma série de epítetos, mais se referindo ao seu tamanho e estatuto preeminente dentro da nação: A Terceira Roma (Третий Рим), Pedra Branca (Белокаменная), Primeiro Trono (Первопрестольная), Quarenta Fortes (Сорок Сороков).

–> História de Moscou

A primeira referência à cidade data de 1147 quando Yuri Dolgoruki convidou o príncipe de Novgorod para ir ter com ele a Moscovo (Vem comigo, irmão, a Moscovo). O encontro foi a 4 de Abril de 1147. A cidade estava em festa; os príncipes das zonas vizinhas ofereciam presentes uns aos outros e concordavam num acordo de cooperação mútua. Nove anos mais tarde, Yuri Dolgurki manda construir uma muralha de madeira, que foi sendo constantemente reconstruída, para envolver e proteger a cidade que então estava a ser erigida dados aos conflitos entre Dolgoruky e o príncipe de Chernigov. A cidade era um ponto estratégico para os príncipes de Vladimir-Suzdal. O rio Volga também tinha grande influência nas trocas comerciais entre a cidade e os restantes principados, bem como outros reinos; a prova disso são moedas árabes encontradas na cidade.

 Vista de Moscou no século XVII.

Vista de Moscou no século XVII.

Na altura, Moscovo era mais uma cidade administrativa do que comercial, dado que a população que ali vivia era sobretudo camponesa. Nos anos seguintes, a cidade viria a ter metalúrgicos e pessoas ligadas aos artesãos. O rio Volga, o seu ponto estratégico e a crescente populações fizeram Moscovo crescer nos séculos XII e XIII..6

No Inverno de 1278, os mongóis capturaram a cidade e assassinaram o comandante da armada, bem como praticamente toda a população. Estes saques (ligados directamente à história da Rússia) provocaram o desaire do território russo. Porém, os moscovitas puderam regressar às suas casas expulsando os inimigos. Mas, ao contrário do que se passava na cidade, o resto do Sul do território fora totalmente destruído. Muitas cidades não se recuperaram, provocando grandes vagas de imigração a Norte. Isto influenciou a cidade, que com isso viu a sua população crescer.

Depois dos saques e das carnificinas provocados pelos tártaros, Moscovo volta a se recuperar e, em 1327, passou a ser capital de um principado: o Grão-Ducado de Moscovo. A sua boa localização em relação ao rio Volga permitiu um crescimento estável, atraindo milhares de refugiados provenientes de todo o território russo devido às grandes invasões dos tártaros.

Sob o poder de Ivan I da Rússia, Moscovo substituiu Tver, que era capital do Principado de Vladimir-Suzdal. A partir daí, Moscovo cresce a uma velocidade ainda maior. Ao contrário dos outros principados do mundo, este não era dividido em zonas para serem governadas pelos filhos mas sim “herdada” inteiramente pelos descendentes.

Em 1380, Dmitry Donskoy, príncipe de Moscovo, ganhou uma importante batalha que permitiu acabar com o poder dos tártaros: a batalha de Kulikovo. Com isso, a Rússia, através de Moscovo, torna-se livre de todo o domínio dos tártaros. A cidade torna-se um grande centro de poder e, com o passar dos anos, Moscovo ascende a uma capital de um grande império que viria a ter uma grande notoriedade no mundo. Com isto, Kiev perde o seu estatuto de poder que antes tivera com o Principado de Kiev.

O século XVII foi marcado por um grande crescimento populacional e por certas revoluções como o fim da invasão lituano-polaca em 1612 e a revolta de Moscovo em 1682. Deixa de ser capital em 1712 após Pedro, o Grande ter fundado São Petersburgo junto do Báltico, em 1703. As razões foram o contacto com o mar que São Petersburgo permitia, a localização estratégica para as trocas comerciais e defesa da Rússia.

O ano de 1812 é sem dúvida a data mais conhecida da História da Rússia, pois marca a invasão das tropas de Napoleão Bonaparte. Ao saber que Napoleão chegara às fronteiras da Rússia, os moscovitas elaboraram uma emboscada previamente definida. Quando os franceses chegaram à cidade (14 de Setembro de 1812), o seu grande exército encontra uma cidade abandonada e completamente queimada. Sem nada para comer e com o terrível frio russo, as tropas viram-se obrigadas a bater em retirada; 90% morrem no regresso a França e Napoleão é perseguido pelos russos. Este acontecimento é dramatizado na obra de Leon Tolstoi, Guerra e Paz, e Tchaikovsky compôs uma música a retratar todos estes acontecimentos: a Abertura 1812 com carrilhão e canhões.

Depois de 1812, Moscovo continua a crescer a um ritmo bastante elevado. Em 1918, durante a Guerra civil Russa, Moscovo serviu de quartel-general do Exército Vermelho: 25 batalhões são formados juntamente com quatro regimentos de engenharia totalizando um número aproximado de 178.500 soldados. Com o grande feito da Revolução Russa de 1917, a cidade torna-se capital da União Soviética em 12 de Março de 1918.

A cidade volta a ser atacada, desta vez pela Alemanha Nazi durante a Grande Guerra Patriótica, como é conhecida a Segunda Guerra Mundial na Rússia, em Novembro de 1941. Moscovo é evacuada e decretada como campo de batalha. Foram construídas armas antitanques, enquanto a cidade era bombardeada. Nessa altura, e devido aos riscos, Estaline é aconselhado a abandonar a cidade e a evacuar a restante população que ficara obrigatoriamente. Proposta esta, recusada. Além do mais, a população continuou a construção do metro iniciada em 1930 e, por mais paradoxal que seja, os bombardeamentos beneficiaram a expansão das linhas.

Em 1980, Moscovo recebe os Jogos Olímpicos, que foram boicotados pelos Estados Unidos e outras nações ocidentais como protesto contra a Invasão soviética do Afeganistão.

Em 1991, a URSS é dissolvida e, com Boris Yeltsin, Moscovo cresce exponencialmente. A cidade passa então a capital da Federação Russa, onde fica o poder central, a Duma. No fim da década de 1990, a cidade cresce, moderniza a sua arquitectura (embora o Presidente da Câmara tenha sido muito criticado por descurar e demolir edifícios históricos em detrimento de arranha-céus) e aumenta a sua linha de metro. Moscovo transforma-se numa cidade cosmopolita cheia de história, cultura e vivacidade, mas também com problemas como o crime organizado e a pobreza.

–> Geografia de Moscou

Moscou está situada nas margens do rio Moscou, que corre há pouco mais de 500 km através da Planície do Leste Europeu, na Rússia central. 49 pontes atravessam o rio e seus canais dentro dos limites da cidade. Elevação de Moscou no Centro Pan-russo de Exibições, onde situa-se a estação-chefe meteorológica da cidade, é de 156 metros. O ponto mais alto é o planalto Teplostanskaya com 255 m.7 A largura da cidade de Moscou (sem as limitações de MKAD) de oeste para leste é de 39,7 km e o comprimento de norte a sul é de 51,7 km .

Sistema de estradas de Moscou está centrado aproximadamente em torno do Kremlin no centro da cidade. De lá, as estradas geralmente irradiam-se para o exterior para cruzar com uma seqüência de estradas circulares (“anéis”).

O primeiro anel principal e mais interno, Bulvarnoye koltso, foi construído no local da antiga muralha do século XVI ao redor da cidade que costumava ser chamado Bely Gorod (Cidade Branca). O Bulvarnoye koltso tecnicamente não é um anel, que não forma um círculo completo, mas sim como uma ferradura arco que vai da Catedral de Cristo Salvador para o Rio Yauza.

–> Clima de Moscou

A cidade de Moscou (ou Moscovo), estando localizada no interior da Rússia, possui invernos rigorosos, verões amenos e breves primaveras e outonos.

As temperaturas no verão variam entre os 15 °C e os 25 °C, enquanto no inverno as temperaturas baixam até os -15 °C.

A precipitação é estável, tendendo a ser maior no verão e menor no inverno.

O clima de Moscou é sobretudo influenciado pela corrente fria proveniente da Sibéria.

As temperaturas mais altas raramente alcançam os 30 °C, mas há casos em que os termômetros passaram dos 35 °C, o que representa um grande perigo para o país — cuja vida e hábito são moldados para resistir ao frio, motivação de vários incêndios causados em florestas e acidentes caseiros, e até mesmo mortes por falta de resistência.

Ao mesmo tempo, temperaturas baixíssimas, menores de 20 °C negativos também são raras, e congelam a vida da cidade, fazendo com que a população tome novas medidas para suportar o frio intenso.

A média mais baixa de um mês registrada em Moscou foi de 42 °C negativos em Janeiro de 1940, enquanto que a média mais alta de um mês foi de 39 °C em Julho de 2010.

Os meses de Junho e Setembro não alcançam recordes de temperatura há mais de um século, quando estiveram em um clima de 34 °C e 32 °C, respectivamente — o que representaria, se tudo ocorresse no mesmo ano, que Moscou teria uma temperatura que não seria menor que 30 °C por quatro meses seguidos.

Demografia de Moscou
De acordo com os resultados do Censo 2010, a população de Moscou é de 11 503 501 habitantes, contra 10 382 754 registrados no Censo de 2002.8

Na época do Censo de 2010 oficial, a composição étnica da cidade era: russos (91,6%), ucranianos (1,4%), tártaros (1,4%), armênios (1%), azeri (0,5%), judeus (0,5%), bielorrussos (0,4%), georgianos (0,4%), usbeque (0,3%), tajiques (0,2%), moldavos 21.699 (0,2%), mordovianos (0,2%), chechenos 14.524 (0,1%), chuvachianos (0,1%), ossétios (0,1%), coreanos (0,1%), cazaques (0,1%), bashkires (0,1%), chineses (0,03%), vietnamitas (0,03%) e outros (1,2%). 668.409 pessoas foram registradas a partir de bases de dados administrativos e não puderam declarar uma etnia. Estima-se que a proporção de etnias neste grupo seja a mesma que a do grupo de declarados.3

A população oficial de Moscou é tomada daqueles que têm “residência permanente”. De acordo com o Serviço Federal de Migração da Rússia, Moscou também contém 1.800.000 oficiais “convidados” que têm residência temporária. O número de convidados não oficiais, aqueles sem a devida documentação, é estimado em ser um adicional de 1.000.000 de pessoas.

Religião em Moscou
IMG_1773O cristianismo é a religião predominante na cidade, sendo a Igreja Ortodoxa Russa a denominação mais popular. Moscou é a capital russa do cristianismo ortodoxo, que tem sido a religião tradicional do país e foi considerada uma parte do “patrimônio histórico” da Rússia em uma lei aprovada em 1997. Outras religiões praticadas em Moscou incluem o islã, protestantismo, velhos crentes, budismo e judaísmo.

O Patriarcado de Moscou serve como a sede da igreja e reside no Mosteiro de Danilov. Moscou era chamada de “cidade de 1600 igrejas” antes de 1917. Em 1918 a Rússia se tornou um Estado laico e religião perdeu sua posição na sociedade. Desde a desintegração da União Soviética, em 1991, muitas das igrejas destruídas foram restauradas e religiões tradicionais estão ganhando popularidade.

Enquanto a população muçulmana da cidade é estimada em 1,2-1,5 milhões (de um total de 10,5 milhões), há apenas quatro mesquitas na cidade em 2010. Apesar de uma mesquita adicional ter sido aprovada no sudeste, ativistas anti-mesquita bloquearam a construção.

:: Politica ::
Moscou é a sede do poder para a Federação Russa. No centro da cidade, no distrito administrativo central, está o Kremlin de Moscou, que abriga a casa do Presidente da Rússia, bem como muitas das instalações do governo nacional. Isso inclui a sede militar e a sede do Distrito Militar de Moscou. A cidade, como em qualquer capital nacional, é também a sede de todas as embaixadas estrangeiras e diplomatas que representam várias nações na Rússia.

Moscou é designada como uma das duas únicas cidades federais da Rússia (a outra sendo São Petersburgo). Entre as 83 subdivisões da Rússia, Moscou representa a cidade mais populosa e a menor em termos de área. Por fim, a cidade está localizada na Região Econômica do Centro, uma das doze regiões no interior da Rússia com as mesmas metas econômicas.

Subdivisões administrativas

Moscovo é dividida em 10 distritos administrativos e em 123 sub-distritos administrativos (muito similar a Viena).

Todos os distritos possuem o seu brasão, bandeira e políticos eleitos por voto. E mais, praticamente todos os distritos possuem a sua emissora de televisão.

Economia

Moscou é uma das maiores economias entre as cidade da Europa e compreende aproximadamente 22% do PIB russo. [77] Em 2009, a economia de Moscou chegou a 7,16 trilhões de rublos16 (US$ 225 bilhões17 ).

A cidade tem a menor taxa de desemprego de todos as subdivisões federais da Rússia, situando-se em apenas 1% em 2010, em comparação com a média nacional de 7%. O salário médio mensal na cidade é 41.600 rublos (€ 1.070), que é quase o dobro da média nacional de 21.800 rublos (€ 560) e o quarto maior da Rússia.18

A capital russa é o indiscutivelmente centro financeiro da Rússia e a sede dos maiores bancos do país e de muitas de suas maiores empresas, como a Gazprom, a maior empresa da Rússia. Moscou responde por 17% das vendas de varejo e 13% de toda a atividade de construção do país.18 19 Desde a crise financeira russa de 1998, vários setores de atividade em Moscou mostraram taxas exponenciais de crescimento. Muitos centros de negócios novos e prédios de escritórios foram construídos nos últimos anos, mas a cidade ainda enfrenta escassez de espaços de escritório. Como resultado, muitas antigas instalações industriais e de pesquisa estão sendo reconstruídas para se tornarem adequadas para uso de escritórios.
Centro Internacional de Negócios de Moscou em construção.

No entanto, enquanto a estabilidade global melhorou nos últimos anos, o crime e a corrupção continuam a ser um problema, impedindo o desenvolvimento de negócios.

O mercado Cherkizovskiy é o maior mercado na Europa, com volume diário de cerca de 30 milhões de dólares e cerca de 10 mil vendedores20 de diferentes países (incluindo China, Turquia, Azerbaijão e Índia).

Em 2008, Moscou tinha 74 bilionários com uma fortuna média de US$ 5,9 bilhões, o que a colocou acima dos 71 bilionários de Nova York. No entanto, em 2009, havia apenas 27 bilionários em Moscou em comparação aos 55 bilionários de Nova York. No geral, a Rússia perdeu 52 bilionários durante a recente crise econômica.21 No topo da lista de bilionários da Rússia em 2009 estava Mikhail Prokhorov, com US$ 9,5 bilhões, à frente do mais famoso Roman Abramovich, com US$ 8,5 bilhões, em 2º lugar. A companhia de Prokhorov, o grupo “ОНЭКСИМ” (ONÈKSIM), possui ativos enormes em energia de hidrogênio, nanotecnologia, energia tradicional e setor de metais preciosos, enquanto Abramovich, que vender a sua companhia petrolífera Sibneft para a gigante estatal russa do gás Gazprom em 2005, comprou os ativos de siderurgia e mineração. Ele também é dono do Chelsea Football Club. A mulher mais rica da Rússia permanece sendo Yelena Baturina, uma mulher de 45 anos de idade e segunda esposa do prefeito de Moscou, Yuri Luzhkov. Oleg Deripaska, o primeiro desta lista em 2008, com US$ 28 bilhões, em 2009 é apenas o 10º, com US$ 3,5 bilhões. Com base na lista de 2011 da Forbes de bilionários, Moscou é a cidade com mais bilionários no mundo, com 79.22

Os novos ricos, também chamados de “novos russos”, muitas vezes pejorativamente, têm uma reputação de ostentar sua riqueza, os caminhos para fazê-la, e sutilmente.

Cultura
Moscovo sedia o famoso Teatro Bolshoi, reconhecido no mundo inteiro como uma das melhores companhias de balé e ópera.

IMG_6928_fhdrUm dos mais notáveis museus de arte em Moscovo é a Galeria Tretyakov, que foi fundada por Pavel Tretyakov, um mecenas das artes que doou uma grande colecção privada para a cidade. A Galeria Tretyakov é dividida em dois edifícios. A Antiga Tretyakov, a galeria original na área Tretyakovskaya, na margem sul do Rio Moscou, abriga as obras da tradição clássica russa. As obras dos famosos pintores pré-revolucionários, como Ilya Repin, bem como os trabalhos dos primeiros pintores russos de ícones podem ser encontrados na antiga Galeria Tretyakov. Os visitantes podem ainda ver os originais raros, do início do século XV, do iconógrafo Andrei Rublev. A Nova Galeria Tretyakov, criada nos tempos soviéticos, contém principalmente as obras dos artistas soviéticos, bem como de alguns artistas contemporâneos, mas há alguma sobreposição com a Antiga Galeria Tretyakov em relação à arte do século XX. A nova galeria inclui uma pequena reconstrução do famoso Monumento à III Internacional de Vladimir Tatlin e uma mistura de outras obras de vanguarda de artistas como Kazimir Malevich e Wassily Kandinsky. Aspectos do realismo socialista também podem ser encontrados dentro dos corredores da Nova Galeria Tretyakov.

Outro museu de arte na cidade é o Museu Pushkin de Belas Artes, que foi fundado, entre outros, pelo pai de Marina Tsvetaeva. O Museu Pushkin é semelhante ao Museu Britânico, em Londres, em que suas salas são uma seção transversal de civilizações do mundo, com muitos moldes de gesso de esculturas antigas. No entanto, ele também abriga pinturas famosas de todos os tempos importantes de arte ocidental; obras de Claude Monet, Paul Cézanne e Pablo Picasso estão expostas lá.

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